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Rosé: o vinho que virou símbolo de leveza (e de tarde perfeita)

Por Equipe Love Wine

## Nem tinto, nem branco: uma categoria própria O rosé não é uma mistura de vinho tinto com branco (com raras exceções no espumante). Ele é produzido a partir de **uvas tintas**, mas com contato limitado entre o suco e as cascas — geralmente entre 2 e 24 horas. É esse contato que define a cor: quanto mais tempo, mais intenso o tom, variando do **salmão quase transparente** ao **rosa profundo** que lembra pétalas de rosa. ## As uvas que fazem os melhores rosés Não existe uma uva exclusiva para rosé — quase qualquer casta tinta pode produzir um bom rosado. Mas algumas se destacam: a **Grenache** da França e Espanha entrega frutas vermelhas e perfil floral; a **Syrah** traz especiarias e corpo; a **Pinot Noir** da Borgonha resulta em rosés delicados e minerais. ## O rosé e o Love Wine: uma combinação natural No Love Wine Festival, o rosé é o vinho que **transita por todos os momentos da tarde**. Começa como aperitivo, acompanha os petiscos, harmoniza com frutos do mar e ainda vai bem com as sobremesas mais leves. A temperatura ideal para servi-lo é entre **8°C e 12°C**. No calor de BH, essa temperatura sobe rapidamente na taça, então o segredo é servir em pequenas quantidades e com frequência. ## Como escolher o seu rosé No festival, ao se deparar com uma carta de rosés, observe a cor: rosés mais pálidos tendem a ser mais delicados e secos; os mais intensos costumam ter mais corpo. A procedência também importa: rosés da Provence (França) são referência mundial em elegância; os do Vale do São Francisco (Brasil) surpreendem pela frescura tropical. O rosé é, acima de tudo, o vinho da **descontração sem pretensão** — e isso, no Love Wine, vale mais do que qualquer rótulo.